sábado, 29 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Labirinto ou não Foi Nada
Talvez houvesse uma flor
aberta na tua mão.
Podia ter sido amor,
e foi apenas traição.
É tão negro o labirinto
que vai dar à tua rua ...
Ai de mim, que nem pressinto
a cor dos ombros da Lua!
Talvez houvesse a passagem
de uma estrela no teu rosto.
Era quase uma viagem:
foi apenas um desgosto.
É tão negro o labirinto
que vai dar à tua rua...
Só o fantasma do instinto
na cinza do céu flutua.
Tens agora a mão fechada;
no rosto, nenhum fulgor.
Não foi nada, não foi nada:
podia ter sido amor.
David Mourão-Ferreira, in "À Guitarra e à Viola"
aberta na tua mão.
Podia ter sido amor,
e foi apenas traição.
É tão negro o labirinto
que vai dar à tua rua ...
Ai de mim, que nem pressinto
a cor dos ombros da Lua!
Talvez houvesse a passagem
de uma estrela no teu rosto.
Era quase uma viagem:
foi apenas um desgosto.
É tão negro o labirinto
que vai dar à tua rua...
Só o fantasma do instinto
na cinza do céu flutua.
Tens agora a mão fechada;
no rosto, nenhum fulgor.
Não foi nada, não foi nada:
podia ter sido amor.
David Mourão-Ferreira, in "À Guitarra e à Viola"
domingo, 23 de novembro de 2008
Mais um porquê...
Porque é que não acontece como nos filmes, naquelas comédias românticas de domingo à tarde, em que após discussões, desentendimentos e até mesmo traições, o destino toma conta da trama e tudo termina com o casalinho feliz?
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Ausência
O nosso T1 transformou-se numa casa enorme com uns 10 quartos e onde me sinto perdida. Não sei para que lado me devo dirigir. Deambulo do quarto para sala, da sala para cozinha como se não tivesse destino (tenho?). Tudo é cinzento, tudo é ausência. Ausência de ti.
domingo, 16 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Escolhas
Escolheste o caminho mais fácil. Escolheste desistir, abandonar, detonar tudo o que tínhamos solidamente construído.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
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