Tudo me é uma dansa em que procuro
A posição ideal,
Seguindo o fio dum sonhar obscuro
Onde invento o real.
À minha volta sinto naufragar
Tantos gestos perdidos
Mas a alma, dispersa nos sentidos,
Sobe os degraus do ar...
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
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